terça-feira, setembro 06, 2016

Advertências gráficas no Quênia.



31 de agosto de 2016

A partir de Setembro, fabricantes e importadores de tabaco serão obrigados a cumprir com as novas regras de advertências de saúde nos maços de cigarros vendidos no Quênia, de acordo com publicação do The Daily Nation.

As novas normas exigem que o tamanho dos avisos sejam maiores, com a inclusão de imagens gráficas.

Eles são parte de uma série de regulamentos que foram delineados em sete páginas, conforme anunciado no Daily Nation na terça-feira.

Entre estes regulamentos está o que exige dos revendedores de tabaco a exibir sinais padronizados que indiquem que eles estão autorizados a vender cigarros.

Outro, implica que os varejistas serão autorizados a vender cigarros apenas em embalagens, não mais unidades avulsas.

Possivelmente, o mais controverso dos regulamentos exige que no final de cada exercício financeiro, as empresas de tabaco sejam obrigadas a pagar o equivalente a dois por cento do valor de seus produtos fabricados ou importados como fundo de compensação.

Em um e-mail ao Daily Nation, Simukai Munjanganja, responsável por assuntos legais e externos da British American Tobacco (BAT), disse que sua empresa estava preocupada com alguns dos regulamentos serem desproporcionais, opressivos e contrários à Constituição.

"Não nos opomos à regulamentação", disse ele. "Apoiamos a regulamentação que é equilibrada e baseada em evidências - na verdade, ajuda a alcançar os objetivos de saúde pública destinados."

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terça-feira, agosto 30, 2016

Indústria do tabaco no Líbano em crescimento

19 de agosto de 2016

O conflito da Síria tem gerado um grande número de refugiados em rota para o Líbano, colocando uma pressão severa sobre eles e sobre a economia libanesa, mas o conflito sírio tem sido uma benção para pelo menos um setor econômico: a indústria do tabaco, de acordo com reportagem da Associated Press.

Embora a principal fábrica de tabaco do Líbano, localizada a sudeste da capital, Beirute, os funcionários trabalham 'olhando para o relógio', eles mal podem satisfazer a procura de cigarros produzidos localmente.

"Temos sorte que existem sírios no Líbano", disse George Hobeika, um alto funcionário da fábrica de propriedade estatal, que acrescentou que o consumo de algumas marcas locais no Líbano mais do que triplicaram em cinco anos.

O Líbano está hospedando mais de um milhão de refugiados sírios registrados. Extraoficialmente, o número de sírios que fugiram para o Líbano é estimado em perto de dois milhões, e muitos deles são incapazes de encontrar trabalho.

Regie Libanaise des Tabacs et Tombac, estatal libanesa, é a única empresa autorizada a produzir e importar cigarros e tabaco e é dito ser uma rara história de sucesso entre as empresas estatais do país, muitas vezes disfuncionais. É uma das poucas instituições a trazer dinheiro para os cofres do Estado.

Na fábrica Regie, no distrito de Hadath em Beirute, todas as máquinas estão funcionando com capacidade quase máxima e engenheiros italianos estão instalando uma nova máquina que é esperada para impulsionar a produção de 12.000 cigarros por minuto, dentro de semanas.


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quarta-feira, julho 06, 2016

Polícia recolhe cigarros falsificados encontrados em fábrica clandestina

Material foi achado na zona rural de São Sebastião do Paraíso.
Polícia ainda procura pelos donos da fábrica, que estão foragidos.


05 de Julho de 2016

A Polícia Militar e a Receita Federal começaram a recolher nesta terça-feira (5) os 2,2 milhões de maços de cigarros falsificados que foram encontrados em uma fábrica clandestina na zona rural de São Sebastião do Paraíso (MG). Os policiais ainda procuram pelos donos da fábrica. Na linha de produção, foram encontrados até selos falsificados da Receita Federal.
Na entrada da fazenda onde a fábrica funcionava, uma câmera de vigilância foi encontrada escondida entre os galhos das árvores. Segundo a polícia, com o equipamento, a chegada e saída de estranhos era monitorada.
"O monitoramento que eles tinham aqui, que possibilitava a eles verificar quem estava chegando na propriedade, havia uma estrutura aqui de uma quadrilha especializada nesse ramo", disse o tenente da Polícia Militar, José Marcos de Faria.
Uma pessoa que disse ser o caseiro tentou barrar a entrada dos policiais no dia em que a fábrica foi descoberta. Segundo a polícia, ele tinha a função de despistar quem chegasse.
"Ele era responsável por tentar impedir, demorar o máximo possível de qualquer atuação policial no intuito de dar tempo dos outros indivíduos evadirem do local", disse o delegado Tiago Bordini.
A fábrica funcionava em um barracão. Logo na entrada, dezenas de caixas com filtros de cigarros e fumo foram encontradas. Quando os policiais chegaram, a produção estava em andamento. Em um das máquinas era colocado um selo falsificado da Receita Federal.
Selo falsificado da Receita Federal foi encontrado
em fábrica clandestina de cigarros em São
Sebastião do Paraíso (Foto: Reprodução EPTV)

Também foram encontrados dois geradores avaliados em R$ 500 mil cada um. Eles eram mantidos por oito tanques com capacidade para mil litros de diesel cada. Até um sistema de prevenção de incêndio foi feito. Ainda foram encontradas dezenas de caixas prontas para ser distribuídas. Na propriedade, ainda haviam três casas que serviam de alojamento para os funcionários.
"Uma indústria de cigarros, com toda a estrutura, desde o fumo até o produto final, pronto para o comércio. Tudo leva a crer que tinha no mínimo umas 15 pessoas trabalhando aqui no local", completou o tenente da PM.
Fábrica clandestina de cigarros foi encontrada na zona rural de São Sebastião do Paraíso (Foto: Reprodução EPTV)
Para a PM, os criminosos conseguiram fugir pelo matagal. O caseiro foi autuado por falsificação de selo. Ele está preso no Presídio de São Sebastião do Paraíso. Segundo a Receita, houve uma grande sonegação de impostos.
"A carga de impostos sobre o cigarro é uma das mais altas do país, principalmente em questão de controle de saúde, proteção da indústria brasileira, é muito grande", disse o analista tributário da receita federal, Edir Simões Júnior.
http://g1.globo.com/

quarta-feira, junho 29, 2016

Carreras emite um aviso sobre cigarros falsificados no mercado jamaicano.



KINGSTON, Jamaica, 28 de Junho de 2016 - A fabricante de cigarros Carreras diz que está ciente das tentativas das vendas falsificadas dos cigarros Craven 'A'  em toda a ilha.

Um comunicado de imprensa da empresa na terça-feira disse que os produtos falsificados estão sendo vendidos em Kingston e St Andrew, Montego Bay, St James, e na área de Linstead/Bog Walk, área de St.Catherine.

No comunicado é dito que os maços de cigarros falsificados podem ser identificados por uma data de "Melhor se consumido antes de Abril de 2014" e um código de produto que acompanha os maços, com os dígitos: 870240322154.

A data e o código estão localizados na lateral inferior, em preto, em cada maço de cigarros, acrescentou o comunicado.

"Neste momento, recomendamos fortemente que os clientes e consumidores verifiquem se os maços de Craven 'A'  comprados não contenham a data e o código acima mencionados, com pessoas que optam por vender, comprar ou estão na posse do produto falsificado, podendo ser presas e passíveis de serem processadas, sendo este um ato ilegal que viola as disposições da Lei de marcas e patentes.
Nós também recomendamos aos nossos clientes que denunciem à polícia as pessoas que se aproximam com a intenção de venda destes produtos ilícitos", disse a empresa no comunicado.

Ao mesmo tempo, Carreras disse que irá prosseguir vigorosamente e/ou buscar reparação civil (incluindo atribuição de indenizações) contra qualquer pessoa identificada com o comércio de cigarros Craven 'A' falsificados.

http://www.jamaicaobserver.com/

terça-feira, maio 31, 2016

Camboja segue para os avisos gráficos

27 de maio de 2016

Advertências de saúde gráficas em breve terão de ser incluídas em todos os maços de cigarros vendidos no Camboja, que é um dos últimos países da região - juntamente com Laos e Birmânia - a exigir tais advertências, segundo informação do The Cambodia Daily.

O governo anunciou ontem em Phnom Penh numa conferência, que a partir de 23 de julho, os fumantes serão confrontados com uma imagem, quer de um paciente com câncer de pulmão ou de um bebê recém-nascido prejudicado pelo fumo passivo.

Dr. Mom Kong, diretor do Movimento Camboja para a Saúde, um coorganizador da conferência, disse que as imagens terão de cobrir 50% da frente e de trás das embalagens e ser acompanhada de uma mensagem antitabaco que estará escrito em Khmer, fácil de ler, claro e irremovível.

O Ministério da Saúde vai aprovar uma lista de avisos aceitáveis a ​​cada ano.

As novas regras serão apoiadas por multas que variam de quatro milhões de riel (cerca de US$ 1.000) para os fabricantes e importadores a dois milhões de riel para os atacadistas.

Aos fabricantes de cigarros foram dados nove meses para cumprir com os requisitos, definidos em um sub decreto em outubro.

Mark Schwisow, diretor da Agência de Desenvolvimento e Socorro Adventista, que trabalha para reduzir o uso do tabaco no Camboja, disse que as novas advertências serão particularmente importantes para os fumantes rurais, que talvez não tenham recebido muita informação sobre os efeitos nocivos do tabagismo.

"Eu acho que é um passo importante, pois permite que as pessoas compreendam melhor e façam sua própria decisão sobre as implicações do tabagismo", disse ele.

O anúncio vem depois de o Laos aprovar na semana passada um plano para colocar advertências gráficas e mensagens nos maços de cigarros a partir de outubro.

Birmânia deverá exigir embalagens com tais advertências em setembro.

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