sábado, setembro 27, 2014

França é o primeiro país europeu a adotar maço de cigarros neutro

AFP - Agence France-Presse

Publicação: 25/09/2014 22:02 


A França vai adotar maços de cigarros neutros, tornando-se o primeiro país da Europa e o segundo do mundo a realizar essa medida, depois da Austrália, anunciou o governo francês nesta quinta-feira.

Para que fiquem menos atraentes, os maços terão um modelo único, com a mesma cor, forma, tamanho e tipografia, informou a ministra francesa da Saúde, Marisol Touraine, ao apresentar um plano de combate ao tabaco.

Este plano antitabaco tinha sido pedido pelo presidente francês, François Hollande, no lançamento do terceiro Plano Câncer, em fevereiro de 2014.

A Austrália é pioneira na adoção do maço de cigarros neutro, que foi introduzido no país em dezembro de 2012, com o objetivo de acabar com qualquer toque de "glamour".

Os maços australianos são todos na cor verde oliva, não têm logomarcas e estão repletos de advertências sobre os riscos do tabaco, assim como fotos de pessoas doentes.

Na França, um dos objetivos do programa é lutar contra o tabagismo em jovens com menos de 16 anos.

A nova diretriz europeia antitabaco já prevê aumentar as advertências nos maços, com imagens impactantes e  avisos ocupando 65% da embalagem, de acordo com o texto adotado em fevereiro pelo Parlamento europeu.

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sexta-feira, agosto 29, 2014

Advertências gráficas geram efeito no mercado indonésio

15 de agosto de 2014

Advertências gráficas que foram aplicadas para os maços de cigarros a partir de junho já estão começando a gerar efeitos nas vendas na Indonésia, de acordo com informação do The Jakarta Post.
Muhammad Guntur,  proprietário da fábrica de cigarros Janur Kuning em Kudus, Central Java, citou que suas vendas de cigarros caíram 10 por cento desde a regulação governamental que obriga a inclusão de advertências sanitárias ilustradas.
Ele considera o declínio ao desconforto dos consumidores ao verem as imagens dos problemas de saúde causados ​​pelo cigarro.
Os consumidores, acrescentou, tendem a mudar para cigarros de qualidade inferior, que estão isentos de inclusões de alertas gráficos.
Guntur diz ter certeza de que essa diminuição é de natureza temporária, porque os fumantes acabarão por se acostumar a verem essas imagens horríveis", disse ele.

Aos fabricantes de cigarros foi dado o prazo até 24 de agosto para implementarem totalmente a exigência dos avisos gráficos. 

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quarta-feira, agosto 13, 2014

Philip Morris quer levar Austrália ao tribunal

13 de Agosto de 2014

A Philip Morris International, a maior tabaqueira do mundo, ameaçou processar o governo australiano devido às novas leis que visam estandardizar a embalagem dos cigarros e retirar-lhes a marca. A empresa visa procurar compensação pelo valor da sua propriedade através dos tribunais, citando um relatório do BNP Paribas que avalia a compensação em até 13 biliões de euros.

A medida que o governo quer implementar na Austrália visa que o cigarro tenha uma embalagem menos glamorosa, que serviria para desmotivar os mais jovens de se iniciar no vício. A tabaqueira refere que “a embalagem standard é um eufemismo para destruição de propriedade a mando do governo”.



Mike Ridgway, director da Consumer Packaging Manufacturers Alliance, diz que a confiscação da marca tem que dar direito à compensação dos proprietários. Já a instituição antitabagista ASH, do Reino Unido, afirma que se trata de uma ameaça para tentar dissuadir outros países de seguirem o mesmo caminho e tomar as decisões aprovadas na Austrália.

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sexta-feira, julho 25, 2014

Agência defende projeto de embalagem genérica de cigarro

25/07/2014 -- 09h11

Um anteprojeto de lei, elaborado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), quer padronizar as embalagens de cigarros, retirando itens atrativos ao consumidor e aumentando os espaços destinados à advertência quanto ao vício. 

De acordo com o documento, a embalagem deve ter cor única, sem elemento gráfico ou decorativo, textura ou relevo. Itens de apelo público também devem estar ausentes. As informações são do jornal Folha de São Paulo



O diretor-presidente da agência, Dirceu Barbano, afirmou que pretende levar a proposta aos demais diretores até outubro. A intenção é entregar o texto ao Congresso para que os parlamentares a apresentam como projeto de lei. 

A proposta é baseada na experiência da Austrália, que a implantou no final de 2012. A política foi elogiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e considerada o último passo para banir a propaganda de cigarro. 

A Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) se posiciona contra a padronização de embalagens. "A experiência da Austrália não serve de exemplo para o Brasil, uma vez que, passado um ano e meio de sua implementação, o único efeito verificado foi o aumento do contrabando de cigarros, de 11,8% para 13,8% do mercado total", afirmou a entidade. (Com informações da Folha de São Paulo).

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quinta-feira, julho 24, 2014

Aquisição de US$ 27 bilhões cria rival gigante para Marlboro

Juntas, Reynolds e Lorillard controlariam 42% do mercado americano, contra 50% da Altria

16 de julho de 2014 • 12h10
 
A gigante americana do tabaco Reynolds American, número um mundial do setor, anunciou na terça-feira a compra da número três, Lorillard, por US$ 27,4 bilhões, incluindo sua dívida. A fusão cria um gigante avaliado em US$ 56 bilhões, que brigará por lucratividade frente ao Grupo Altria, fabricante da Marlboro.

A operação, que será realizada em dinheiro e ações, vem acoplada com a venda à britânica Imperial Tobacco de várias marcas conhecidas como Kool, Salem e Winston, por US$ 7,1 bilhões, informou a Reynolds em um comunicado.

Os acionistas da Lorillard, especializada nos cigarros mentolados (Newport, Kent) receberão US$ 50,50 em dinheiro e 0,2909 ação Reynolds por cada ação Lorillard, o que representa um valorização de 40,4% sobre o preço por ação de 28 de fevereiro, data em que surgiram as primeiras informações sobre uma possível operação entre as duas empresas de tabaco.

A Reynolds seguirá com suas históricas marcas Camel e Pall Mall, e sobretudo com a campanha de cigarros eletrônicos VUSE. Juntas, Reynolds e Lorillard controlariam 42% do mercado americano, contra 50% da Altria. A potencial fusão chega após anos de uma queda contínua no consumo de tabaco nos EUA, que foi reduzido em 4% somente no ano passado.

Segundo os Centros para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês) dos EUA, o número de fumantes no país é de aproximadamente 42 milhões de pessoas, cerca de 18% da população adulta. Há dez anos atrás esse número era de 21% e, em 1965, de 43%. Entre os poucos segmentos que ainda crescem em uma indústria avaliada em US$ 100 bilhões estão os cigarros eletrônicos e os mentolados, setores nos quais a Lorillard é a líder de mercado.
 
AFP

 

quinta-feira, julho 10, 2014

Imperial planeja fechar fábrica de Bishkek

08 de Julho de 2014. Imperial Tobacco planeja fechar sua fábrica de cigarros em Bishkek, devido ao excesso de capacidade, segundo relata o Times of Central Asia.
Citando um anúncio do governo do Quirguistão, o site informou que a subsidiária da Imperial, Reemstma Cigarettenfabriken, investiu US$ 60 milhões (44 milhões de euros) na fábrica de Bishkek depois de entrar no mercado local em 1990. A fábrica exporta para o Afeganistão, Tadjiquistão, Uzbequistão e Mongólia. No entanto, a pequena produção em Bishkek deixa de justificar a capacidade disponível, segundo o site.

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quarta-feira, junho 25, 2014

Outro Davidoff será lançado na Coréia

24 de Junho de 2014

Imperial Tobacco está lançando na Coréia do Sul uma nova versão de Davidoff, de acordo com o The Korea Herald.

O produto será lançado através da KT&G, com a qual a Imperial possui um acordo de licença da marca desde 2010.

Roberto Ascoli, diretor divisional da Imperial, disse que este acordo tem sido uma estratégia bem sucedida.
"Eles (KT&G) são os únicos que possuem uma infraestrutura de apoio para distribuição das marcas," disse Ascoli. "E do seu lado, eles também precisam de um parceiro com uma marca premium - uma marca para competir com Marlboro e Dunhill. Os benefícios são mútuos quando trabalhamos juntos."

KT&G teve uma participação de 62,6% no mercado coreano, no primeiro trimestre.

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