quarta-feira, abril 16, 2014

Maior fábrica de cigarros da França encerra e deixa 327 pessoas sem emprego



14 Abril 2014, 15:42 por Diogo Ferreira Nunes | diogonunes@negocios.pt


A Seita, fornecedora de marcas como Gauloises e Lucky Strike, vai deslocar sua produção para a Polônia.
A maior fábrica de cigarros da França vai fechar. Segundo o Le Fígaro, Seita, a empresa que produz cigarros de marcas como Gauloises e Lucky Strike, vai transferir a produção para a Polônia.

Há 327 trabalhadores que vão perder o emprego, revelou fonte próxima do processo ao Le Fígaro. A Seita foi constituída no século XVII para gerir o monopólio do tabaco e apenas foi privatizada pelo Estado francês em 1995. A fábrica que agora vai encerrar as atividades é responsável por fabricar 12,2 mil milhões de cigarros por ano.

A atual detentora da Seita, Imperial Tobacco, tem programado um plano de cortes de 385 milhões de euros até 2018, segundo o Le Fígaro. Para amanhã está marcada uma reunião extraordinária entre a Imperial Tobacco e os trabalhadores da Seita.

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sábado, março 22, 2014

JTI inicia comercialização de cigarros no Brasil
27/02/2014 - 21h54

Empresa começou nesta semana, a venda das marcas Winston e Camel no Brasil. Santa Cruz, além de sediar a Unidade de Processamento, também está entre as cidades onde as marcas estarão disponíveis

Duas cerimônias, na última quarta-feira, 26, com a presença dos colaboradores efetivos da JTI Global Leaf – Unidade Santa Cruz, marcaram o anúncio do início da comercialização de cigarros pela Japan Tobacco International (JTI) no Brasil. Membro do grupo de empresas JapanTobacco (JT), uma das líderes internacionais de produtos do tabaco, a empresa começou nesta semana, a venda das marcas Winston e Camel no Brasil. Santa Cruz do Sul, sede da Unidade de Processamento da empresa, também está entre as cidades onde as marcas estarão disponíveis.

“A comercialização destas marcas no Brasil é uma oportunidade importante de termos o tabaco que produzimos sendo vendido no mercado brasileiro”, destacou o gerente geral e vice-presidente da JTI do Brasil, Diego Luchessa, responsável pelas marcas de cigarros no país.

As duas marcas, que serão comercializadas nas versões de altos e baixos teores, serão importadas da fábrica de Trier, na Alemanha. Winston é a segunda marca mais vendida no mundo, com mais de 140 bilhões de unidades em 2013, presente em mais de 100 países. Já Camel, lançada em 1913, comercializada em mais de 100 países, volta ao mercado brasileiro totalmente renovada e com a versão Camel Blue pela primeira vez no Brasil.

fonte: FOUR Comunicação
http://www.gaz.com.br/

domingo, março 09, 2014


Reynolds American sonda adquirir Lorillard

04 de março de 2014

Reynolds American Inc. considera fazer uma oferta para Lorillard, segundo pesquisa emitida pela Wells Fargo Securities e com base em uma história de ontem no Financial Times.

Nem Reynolds nem Lorillard comentaram sobre o rumor.



Bonnie Herzog, diretora-gerente da Wells Fargo, disse que tal aquisição poderia produzir sinergias e economias de custo consideráveis ​​em relação à produção, emprego e desenvolvimento de produtos e-vapor, uma vez que certas condições sejam pertinentes.

Herzog disse que a combinação RAI (Reynolds American) e Lorillard seria uma parceira estratégica atraente para a British American Tobacco, que detém 42 por cento do capital social da RAI.

E ela disse que espera que tal aquisição seja aceita pelas autoridades competentes, embora talvez com a condição de que algumas marcas sejam alienadas.

No entanto, Herzog expressou surpresa no momento do movimento, dada a atual falta de clareza sobre o potencial de regulação do mentol pela Food and Drug Administration.

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domingo, fevereiro 23, 2014

Sri Lanka impõe enormes avisos gráficos

20 de fevereiro de 2014

O Parlamento do Sri Lanka aprovou por unanimidade na terça-feira a imposição de advertências gráficas que cobrem 80 por cento da frente e de trás dos maços de cigarros, caixas e outras embalagens, de acordo com reportagem do The Island.

Os regulamentos foram apresentados ao Parlamento no âmbito das disposições da Autoridade Nacional sobre a Lei do Tabaco e Álcool pelo governo em 24 de janeiro de 2012.

Eles afirmam que nenhuma embalagem de qualquer produto de tabaco deve conter falsas mensagens sobre os perigos para a saúde do uso do tabaco.

E eles exigem, além das mensagens gráficas, avisos escritos afirmando que fumar faz mal às crianças, que o fumo causa doenças cardíacas e que o tabagismo causa câncer e impotência sexual.

Além disso, os maços não poderão conter descrições tais como "baixo", "light", "ultra-", "suave" ou "extra".


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domingo, janeiro 12, 2014

Philip Morris investe €500 mi em cigarros de risco reduzido

Companhia vai construir unidade na Itália para fabricar o produto, que terá capacidade de produção de 30 bilhões de unidades

Daniela Barbosa, de Exame.com
10/01/2014

São Paulo - A Philip Morris, dona das marcas de cigarros Malboro e L&M, anunciou, nesta sexta-feira, um investimento de 500 milhões de euros para desenvolver produtos de menor risco.

De acordo com comunicado da companhia, a nova fábrica terá capacidade anual de produzir 30 bilhões de cigarros até 2016 e será instalada em Bolonha.

"O desenvolvimento e a comercialização de produtos de risco reduzido representam um passo significativo no sentido de diminuir os danos à saúde", disse André Calantzopoulos, presidente da companhia, em comunicado.

Segundo ele, trata-se de uma mudança de paradigma para a indústria do cigarro e uma importante oportunidade de crescimento para a PMI.

A construção da nova unidade está prevista para começar imediatamente e durar dois anos. Quanto concluída, a fábrica vai empregar até 600 pessoas.

Cigarro eletrônico

Recentemente, a Philip Morris também anunciou que planeja entrar no mercado de cigarros eletrônicos a partir deste ano. A razão da diversificação é uma só: a demanda de cigarros tradicionais está diminuindo.

"Estimamos que o volume internacional de venda de cigarros tradicionais em 2014 possa diminuir em 2% a 3% no mundo. Na Europa, de 7% a 8%", disse a companhia, na ocasião.

A Philip Morris detém cerca de 30% do mercado de cigarros no mundo. Para entrar no segmento de cigarros eletrônicos, a companhia planeja fazer investimentos superiores a 100 milhões de dólares.

Mesmo com um portfólio mais diversificado, a companhia também afirmou que o lucro por ação ajustado deve crescer entre 6% e 8% neste ano. Abaixo das estimativas de 2013, que ficou entre 10% e 12%.

domingo, janeiro 05, 2014

Indonésia se prepara para novos regulamentos

31 de dezembro de 2013

Empresas de cigarro na Indonésia estão se preparando para implementação de novas regras que restringem a publicidade ao tabaco e que exigem a inclusão de advertências gráficas nos maços de cigarros, informou o The Jakarta Post.

Os regulamentos ao controle do tabaco foram emitidos pelo presidente Susilo Bambang Yudhoyono em dezembro de 2012 e são ajustados para entrar em vigor em Junho de 2014.

De acordo com os regulamentos, as propagandas de tabaco não podem ser incluídas nas primeiras páginas de publicações e não estão autorizadas a estarem localizadas próximas a propagandas de alimentos e bebidas. E enquanto os anúncios de cigarros podem ser mostrados na televisão, após a mudança, poderão ser transmitidos somente entre 21h:30 e 05h:00.

Quarenta por cento do espaço nos maços de cigarros terão que ser destinados ao texto e avisos gráficos sobre os perigos do tabagismo.

Fabricantes de cigarros serão proibidos de usar termos promocionais "enganosos", incluindo light, mild, low tar, slim, special e premium.

Elvira Lianita, que responde pelos assuntos regulatórios na empresa Sampoerna, citou que sua companhia não tem nenhum problema em cumprir os regulamentos.

Ela disse que os regulamentos compreendem um passo no sentido de resolver muitas das preocupações compreensíveis de saúde pública em relação à venda e comercialização de tabaco no país.

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segunda-feira, dezembro 30, 2013

Anvisa vai defender adoção de maço de cigarro 'genérico'



30/12/2013 - 09h07
Folha Online

Às voltas para implementar a decisão de banir os sabores artificiais do tabaco, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) promete entrar em nova polêmica: vai defender embalagens genéricas para os cigarros.

Por esse modelo, os maços não têm cores, símbolos ou marcas que diferenciem um produto do outro –em formato-padrão, carregam apenas os nomes do fabricante e do produto e grandes imagens com advertências à saúde.

Com tal política se pretende reduzir a atratividade e eliminar o caráter de publicidade que os maços possam ter.

Essa padronização foi instituída pela Austrália há um ano de forma inédita e sob aplausos da OMS (Organização Mundial da Saúde) e já é estudada por outros governos, sobretudo europeus.

"Esse é o próximo passo que o Brasil precisa dar. A Anvisa vai mover esforços técnicos para demonstrar o benefício de uma medida como essa e esforços políticos para que o país faça a discussão", afirmou em entrevista à Folha Dirceu Barbano, diretor-presidente da agência.

Segundo ele, a ideia é defender a proposta em fóruns nacionais e internacionais de que a Anvisa participa, realizar estudos que mostrem a eficácia dos maços genéricos e mobilizar forças no Congresso Nacional, onde a mudança da lei para instituir as novas embalagens deveria ser aprovada.

Barbano argumenta que, como o país teve uma queda significativa no percentual de fumantes –quase 50% em 20 anos–, as próximas medidas no combate ao tabagismo precisam ser mais ousadas.

IMPACTO

Pesquisa feita na Austrália, poucos meses após a implementação dos maços genéricos, aponta para a redução na atratividade do cigarro e o aumento no desejo de deixar o vício.

Não foram divulgados até aqui, porém, estudos que revelem os impactos concretos dessa medida.

A indústria do tabaco, que tentou barrar as embalagens genéricas australianas na Justiça e em fóruns internacionais, sustenta que a medida não terá os impactos esperados, mas pode ampliar a presença de cigarros do mercado negro no país.

No Brasil, a proposta vinha sendo discutida só entre especialistas. Um projeto de lei a favor das embalagens genéricas chegou a ser proposto no Congresso em 2012, mas não avançou e foi retirado.

Paula Johns, diretora-executiva da ACT (Aliança de Controle do Tabagismo), comemora a nova posição da direção da Anvisa. "É excelente que eles estejam defendendo [os maços padronizados]."

Ela argumenta, porém, que há políticas contra o tabagismo já instituídas no Brasil, mas carentes de implementação –como o veto aos aditivos de sabor do cigarro, medida suspensa pela Justiça.

"O governo tem que partir para o caminho das embalagens genéricas, mas tem muita coisa que está pronta e ainda não foi feita", afirma.

http://www.odocumento.com.br