quinta-feira, julho 10, 2014

Imperial planeja fechar fábrica de Bishkek

08 de Julho de 2014. Imperial Tobacco planeja fechar sua fábrica de cigarros em Bishkek, devido ao excesso de capacidade, segundo relata o Times of Central Asia.
Citando um anúncio do governo do Quirguistão, o site informou que a subsidiária da Imperial, Reemstma Cigarettenfabriken, investiu US$ 60 milhões (44 milhões de euros) na fábrica de Bishkek depois de entrar no mercado local em 1990. A fábrica exporta para o Afeganistão, Tadjiquistão, Uzbequistão e Mongólia. No entanto, a pequena produção em Bishkek deixa de justificar a capacidade disponível, segundo o site.

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quarta-feira, junho 25, 2014

Outro Davidoff será lançado na Coréia

24 de Junho de 2014

Imperial Tobacco está lançando na Coréia do Sul uma nova versão de Davidoff, de acordo com o The Korea Herald.

O produto será lançado através da KT&G, com a qual a Imperial possui um acordo de licença da marca desde 2010.

Roberto Ascoli, diretor divisional da Imperial, disse que este acordo tem sido uma estratégia bem sucedida.
"Eles (KT&G) são os únicos que possuem uma infraestrutura de apoio para distribuição das marcas," disse Ascoli. "E do seu lado, eles também precisam de um parceiro com uma marca premium - uma marca para competir com Marlboro e Dunhill. Os benefícios são mútuos quando trabalhamos juntos."

KT&G teve uma participação de 62,6% no mercado coreano, no primeiro trimestre.

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terça-feira, junho 10, 2014


Irlanda se torna primeiro país europeu a padronizar embalagens de cigarro


Dublin, 10 jun (EFE).- O governo da Irlanda aprovou nesta terça-feira uma lei contra a publicidade do tabaco e o país se tornará o primeiro país europeu a padronizar as embalagens de cigarro.
Por meio da lei, que ainda deverá ser aprovada no parlamento, todos os maços de cigarro e tabaco terão a mesma cor e a marca será escrita com o mesmo tipo de letra na parte inferior da embalagem. O restante do pacote terá imagens de doenças relacionadas ao consumo de cigarro, explicou hoje o ministro da Saúde, James Reilly.
A medida é similar à aplicada pelo governo australiano, primeiro país do mundo a obrigar as companhias de cigarro a padronizar as embalagens de cigarro, medida que depois foi implementada pela Nova Zelândia.
A Irlanda se tornou em 2004 o primeiro país do mundo a proibir o consumo de tabaco em lugares públicos.
Reilly disse que a nova iniciativa, que poderia ser questionado pelas empresas do setor na justiça, tem como objetivo tornar "menos atrativos" os maços para os jovens e, ao mesmo tempo, destacar os males do vício do cigarro.
"Com tudo o que sabemos a respeito dos perigos do tabaco, não se pode deixar que a indústria use truques enganosos de marketing para atrair os mais jovens para esta dependência mortal", comentou.
Com a aprovação por parte do Executivo do projeto de lei, o ministro garantiu que o país deu um "significativo passo" rumo ao seu objetivo de conseguir uma "sociedade livre de fumaça" para 2025.
De acordo com Reilly, a população fumante descerá de 29% até 5% em onze anos, o que, além de salvar vidas, reduziria os custos de saúde derivados do tratamento de doenças provocadas pelo tabaco, estimados em 650 milhões de euros (R$ 1,972 bilhão) anuais. EFE
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quinta-feira, junho 05, 2014

Ação de fabricante de cigarro contra o Uruguai pode mudar luta contra o fumo
Por BBC Brasil | 05/06/2014 09:06 - Atualizada às 05/06/2014 09:09

Tribunal internacional decidirá ação movida por empresa Philip Morris contra governo, que proibiu cigarros em locais públicos

Uma enorme cicatriz atravessa o peito de Carlos Bove, um professor uruguaio de 67 anos. Lembrança deixada por uma cirurgia cardíaca a que acaba de ser submetido.

Ele se move lentamente para se levantar da cama no hospital da Asociación Española, em Montevidéu, porque além dos problemas cardíacos, também luta há anos contra complicações respiratórias.

Segundo seus médicos, o caso de Bove é um exemplo das consequências, para o Uruguai, de o país ter sido, historicamente, um dos maiores consumidores de tabaco da América Latina. Na virada do milênio, o Uruguai já apresentava o maior índice de casos de câncer de pulmão da região.

"Sonho muitas vezes, quando estou com os pulmões atacados, que rasgo as caixas de cigarros e jogo tudo fora", ele conta. "Durante muitos anos, não me dei conta de que me faziam mal, até que comecei a ter problemas, foi quando me disseram que os cigarros estavam me matando".

Bove fumou um maço de cigarros por dia durante quase quatro décadas. Ele deixou de fumar há dez anos. Foi também nessa época, há cerca de uma década, que o Uruguai, pequeno país sul-americano com apenas 3,3 milhões de habitantes, adotou uma série de restrições ao tabaco que hoje o colocam na vanguarda mundial em políticas antitabagistas.

Algumas dessas medidas colocaram o país em confronto direto com a maior fabricante de cigarros do mundo, a Philip Morris International, dona de marcas como Marlboro, Fortuna e L&M. Um embate que pode reverberar em outros países.

Restrições

Em 2006, entrou em vigor no país uma proibição ao fumo em espaços públicos fechados. O Uruguai foi o quinto país no mundo a adotar essa medida. A iniciativa partiu do então presidente, o oncologista Tabaré Vázquez. Também naquele ano, autoridades de saúde iniciaram as primeiras campanhas advertindo a população sobre as consequências do fumo para a saúde.


Alguns dos anúncios eram chocantes. Imagens de uma boca onde os dentes são substituídos por cinza de cigarro. A foto retocada de um menino fumando, seu rosto pálido e doentio. Ou a foto de um bebê prematuro, minúsculo, na mão de um ginecologista.

Em 2009, essas advertências chegaram a cobrir 80% de todos os maços de cigarro - mais do que em qualquer outro país. Também foram retiradas das embalagens palavras como "light", "mentolado" ou "gold", permanecendo apenas a marca do produto.

Foram essas duas medidas que colocaram o Estado uruguaio em rota de choque com a Philip Morris, que as considera um ataque aos seus investidores. O International Centre for Settlement of Investment Disputes (ICSID), organização internacional de arbitragem ligada ao Banco Mundial, declarou-se competente para decidir sobre uma ação movida em 2010 pela empresa.

Em março desse ano, o ICSID ouviu os argumentos da Philip Morris e, em setembro próximo, ouvirá a posição do Uruguai. O caso pode influenciar a jurisprudência em disputas similares em outras partes do mundo.

Segundo a Philip Morris, "essas medidas vão além de todos os regulamentos sobre o tabaco que já existem em praticamente todos os países e não demonstraram ter conseguido reduzir os índices de consumo de cigarro".

"Além disso", disse a empresa em um comunicado, "não fazem nada para chamar a atenção para a proliferação do mercado negro de cigarros e, inclusive, poderiam promover o contrabando" de tabaco.

O argumento da gigante do tabaco é que o Uruguai, com suas medidas para cobrir 80% das caixas e a proibição de várias embalagens diferentes, está violando um tratado de proteção a investidores que o Uruguai e a Suíça - países onde a Philip Morris é sediada - assinaram em 1998.

A companhia não respondeu aos pedidos de entrevista feitos pela BBC Mundo. No entanto, segundo a revista uruguaia Búsqueda, a executiva da Philip Morris Julie Soderlund teria dito que a corporação está pedindo US$ 25 milhões em indenização por perdas comerciais.

"A essência desse caso se foca sobre princípios fundamentais do Estado de direito e sobre se o Uruguai deve ou não manter as promessas que faz", argumenta a Philip Morris.

Saúde x comércio

Carlos Bove gostaria que os anúncios contra o tabaco tivessem chegado antes. Mas para o governo uruguaio, essa disputa vai além da questão comercial.

"Não pode haver nenhum tribunal que, ao buscar priorizar direitos, não priorize o direito à vida e à saúde, acima do direito ao comércio, à indústria e ao trabalho", respondeu o senador e médico Luis Gallo, do partido governista Frente Amplio.

Gallo, que agora promove uma mudança na legislação para restringir ainda mais a propaganda do tabaco, quer que os produtos fiquem fora do campo de visão do público, inclusive em pontos de venda. Ele está convencido de que o tribunal decidirá a favor do governo.

Poder da Imagem

O Uruguai optou por fotos menos agressivas do que as usadas em outros paises (onde aparecem órgãos danificados).

"Nos demos conta de que, às vezes, a gente necessita de sutileza para pensar. O desafio é fazer as pessoas pensarem sobre o tabaco, não simplemente chocá-las com uma imagem que pode ser muito grosseira e grotesca", disse à BBC o presidente da agência, Selva Andreoli.

O Uruguai conta com o apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS) e de outras entidades privadas, como a fundação do ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg. Recentemente, em visita à Casa Branca, o presidente uruguaio, Jose "Pepe" Mujica, argumentou contra o tabaco e pediu o respaldo de outros países.

"Os governos não têm de participar de disputas privadas, mas aqui há uma batalha pela vida", disse Mujica, em conversa com Barack Obama acompanhada por jornalistas.

Impacto mundial

A decisão do centro de arbitragem pode levar anos para ser tomada, mas outros países estarão observando com atenção. Em vários países em desenvolvimento, como Uganda, Namíbia e Togo, as leis contra o cigarro foram rechaçadas por grandes fabricantes de tabaco que denunciaram a violação de seus direitos comerciais.

Segundo a Philip Morris, "buscamos apenas uma compensação justa pelos danos causados por estas medidas". Mas Eduardo Bianco, cardiologista à frente do Centro de Investigação da Epidemia do Tabagismo no Uruguai, disse que na realidade o mercado uruguaio gera muito pouco dinheiro.

"A verdadeira razão para que eles (a Philip Morris) tenham decidido atacar o Uruguai foi uma decisão estratégica para assustar o resto dos países, especialmente os não desenvolvidos, para que não adotem medidas similares".

Esse é um argumento compartilhado pela Organização Mundial de Saúde, que vê esse enfrentamento como uma guerra do tipo Davi e Golias, na qual uma pequena força representada por um pequeno país enfrenta o poder gigante de uma das maiores multinacionais que existem.

Se países pequenos como o Uruguai decidirem agora jogar a toalha temendo processos legais caríssimos e longos contra corporações multimilionárias - adverte a OMS - outros perderão a vontade de abandonar para sempre o tabaco.

sábado, maio 31, 2014

Governo proíbe fumo em locais fechados e veta qualquer propaganda de cigarros

De acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a regulamentação visa a desestimular ainda mais o tabagismo

Estadão Conteúdo
31/05/2014 13:18:00
Atualizado em 31/05/2014 13:59:13

Dois anos e meio depois de a Lei Antifumo ser publicada, a presidenta Dilma Rousseff assinou hoje (31), no Dia Mundial sem Tabaco, o decreto que regulamenta a norma e proíbe o fumo em locais fechados e de uso coletivo, extingue os chamados fumódromos, veta qualquer propaganda de cigarro no país e amplia o tamanho dos alertas nas embalagens do produto.

A regra, que será publicada no Diário Oficial da União na próxima segunda-feira (2), entra em vigor em dezembro. De acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a regulamentação visa a desestimular ainda mais o tabagismo e proteger as pessoas que não fazem uso do cigarro.

Pela regulamentação, será proibido o consumo de cigarro, cigarrilhas, charutos, cachimbos e outros produtos considerados fumígenos, como os narguilés, em locais públicos de uso coletivo, total ou parcialmente fechado, incluindo áreas com toldos, divisórias, além de espaços que tenham teto e parede em qualquer um dos lados.

“Para ser mais preciso, naquela varanda do restaurante que tem cobertura, no toldo da banca de jornal, na cobertura do ponto de ônibus, em todos os locais que são fechados por uma parede ou face, estará proibido o fumo se [o espaço] for de uso coletivo”, exemplificou Chioro.

A regulamentação também estabelece que os produtos fumígenos só poderão ficar expostos no interior dos estabelecimentos de venda. Esses locais serão obrigados a afixar mensagens de advertência sobre os malefícios do cigarro. “Aqueles displays com propaganda que ficam dentro dos estabelecimentos ficam proibidos. O máximo que poderá haver é a exposição das embalagens. [Nesses displays], 20% dessa área de exposição deverão estar claramente identificando as mensagens de advertência, a proibição para venda a menores de 18 anos e o preço”, disse o ministro. No caso das embalagens, a regulamentação determina que as mensagens de advertência ocupem 100% da parte de trás. A partir de 2016, as empresas deverão incluir o texto também na parte frontal, ocupando 30% do espaço do maço.

“O Brasil tem feito a lição de casa, mas a gente não pode se satisfazer com os dados que [mostram que] estamos melhor que Argentina, Chile, porque a carga de doença e sofrimento relacionado ao tabaco é extremamente importante”, disse Chioro. Segundo dados do Ministério da Saúde, só no ano passado, o tratamento das doenças relacionados ao cigarro custou R$ 1,4 bilhão ao Sistema Único de Saúde (SUS).

“Quando contamos as diárias associadas a essas doenças, como acidente vascular cerebral, infarto, as neoplasias de pulmão, boca e laringe, além das doenças respiratórias, como enfisemas, em 2013, foram R$ 1,4 milhão em diárias de internação hospitalar no SUS”, destacou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa.

Segundo Chioro, a política brasileira antifumo, iniciada em 1988, com as advertências sobre os males ocasionados pelo cigarro, depois intensificada com a Lei Antifumo, publicada em 2011, tem reduzido o uso do tabaco no país. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 11,3% dos adultos brasileiros que vivem nas capitais fumam. Em 2006, o índice era 15,7%.

A proporção de adultos que fumam 20 cigarros ou mais em um dia também diminuiu, passando de 4,6% para 3,4% nos últimos oito anos. Com a regulamentação, o governo espera reduzir, até 2021, a menos de 10% o percentual da população de adultos fumantes.

“Queremos baixar a prevalência do tabagismo para um dígito. E estamos no caminho. Com essas medidas que foram tomadas, nossas expectativas é que, mantendo a tendência de queda, em 2021, tenhamos menos de 10% de adultos como tabagistas”, disse Jarbas Barbosa.

O secretário ressaltou a importância das campanhas contra o cigarro, já que aqueles fumantes que deixam a dependência passam a ter uma vida mais saudável e há a queda dos gastos públicos com tratamentos das doenças relacionadas ao tabagismo.

“O efeito do risco de problema cardiovascular é quase imediato quando a pessoa deixa de fumar, começa dias depois que a pessoa cessa o [uso do] cigarro. Por isso, é importante não se considerar o fumante como uma causa perdida. Todo abandono do cigarro traz um benefício individual e ao sistema de saúde”, frisou Barbosa.

Pela regulamentação, o fumante não será alvo da lei, mas os estabelecimentos comerciais serão responsáveis por garantir o cumprimento das normas. “O responsável pelo estabelecimento, se não conseguir fazer o convencimento, deverá chamar a força policial para cumprir a lei”, disse o ministro. Em caso de desrespeito à norma, o estabelecimento pode ser advertido, multado, interditado e até perder a autorização para funcionamento.

As multas variam de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão, dependendo da natureza da infração, que vai variar de leve, grave ou gravíssima ou reincidência. A fiscalização do cumprimento da lei será de responsabilidade das vigilâncias sanitárias dos estados e municípios.

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terça-feira, maio 27, 2014

Nova fábrica inicia produção no Nepal 

27 de maio de 2014

Surya Nepal iniciou a produção em sua nova fábrica de cigarros em Seratar, no distrito de Tanahun, de acordo com informação do Republica.

A empresa investiu Rs4.5 bilhões na fábrica, que emprega cerca de 200 pessoas e que é definida em 145 ropani (7,3 ha).

Atualmente, a fábrica está funcionando 16 horas por dia em dois turnos, mas o plano é para operá-la o tempo todo. "Podemos produzir 10 milhões de unidades de cigarros por dia, operando a fábrica por 16 horas", disse Ravi KC, vice-presidente corporativo de Surya Nepal.

A empresa vinha produzindo cigarros a partir de sua fábrica em Simara nos últimos 22 anos, mas a nova fábrica é a primeira a ser construída nas regiões montanhosas.

Industriais locais dizem que a abertura de uma fábrica grande como esta no oeste do Nepal vai incentivar outros investidores a abrir fábricas em Pokhara e áreas circunvizinhas.

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quinta-feira, maio 22, 2014

PT HM Sampoerna Tbk anuncia decisão de reestruturar as operações de fabricação manual de cigarros na Indonésia

16 de maio de 2014

   
Surabaya, 16 de Maio de 2014: PT HM Sampoerna Tbk. ( Sampoerna ) anunciou hoje aos seus empregados a decisão de reestruturar suas operações de manufaturamento de cigarros kretek, enrolados à mão. A empresa decidiu descontinuar a produção em suas fábricas em Jember e Lumajang em 31 de maio de 2014, enquanto, ao mesmo tempo, continuar a concentrar a sua produção nas 5 restantes instalações de produção, em Surabaya ( Rungkut I, Rungkut II e Taman Sampoerna ), Malang e Probolinggo. Infelizmente, esta reestruturação significa que cerca de 4.900 funcionários das instalações fabris de Jember e Lumajang serão impactados pela paralisação.

"Esta é uma decisão extremamente difícil para a gestão. Entendemos que esta é uma notícia lamentável para todos os nossos funcionários , particularmente aqueles que são diretamente afetados nas instalações de Jember e Lumajang. Nossa prioridade hoje é de proporcionar-lhes o melhor apoio possível e assistência durante esta fase difícil. As pessoas afetadas por esta decisão irão receber indenizações acima dos requisitos legais, inclusive bônus Idul Fitri (THR). Além disso, vamos dar-lhes oportunidade de participar do programa de formação em empreendedorismo para auxiliá-los na busca de novas fontes de renda", disse Maharani Subandhi , Secretária Corporativa de Sampoerna .

Sampoerna vai oferecer programas de treinamentos abrangentes que consistem em treinamento motivacional, gestão financeira e profissional. Estes programas destinam-se a desenvolver as capacidades dos trabalhadores e melhorar as suas competências empresariais e a capacidade de lidar por um momento tão difícil.

"A decisão de reestruturar nossas operações de fabricação de cigarros Kretek enrolados à mão na Indonésia veio como resultado do declínio contínuo deste segmento, que atingiu participação de mercado de 23,1% em 2013 ante os 30,4 % de 2009, atribuível à mudanças nas preferências dos consumidores adultos de cigarros enrolados à mão para os cigarros com filtro feitos à máquina. Mais especificamente, a queda em 2013 foi sem precedentes e posou um impacto significativo para o desempenho das marcas enroladas à mão da Sampoerna, cujos volumes caíram 13% em 2013. Os volumes totais da indústria dos cigarros manuais continuaram a diminuir no primeiro trimestre de 2014 em 16,1 %. Não prevemos que a tendência neste segmento seja revertida em um futuro próximo ", acrescentou Subandhi.

A decisão de fechar as duas fábricas da Sampoerna é a última opção disponível que tem sido bem avaliada, a fim de garantir um ambiente de trabalho estável e sustentável e de negócios, tanto para a empresa, como para os funcionários globais de produção manual da Sampoerna .

"Apesar do fechamento das instalações de Jember e Lumajang, vamos manter o foco e atenção; Sampoerna continuará empenhada em manter a sua posição de liderança na indústria de cigarros da Indonésia, produzindo e fornecendo produtos de alta qualidade aos consumidores adultos, incluindo o fortalecimento de nossa posição como um centro de exportação para a região Ásia-Pacífico nos próximos anos. Especificamente nas áreas de Jember e Lumajang, continuamos a comprar e buscar grandes quantidades de tabaco local para uso em nossos produtos, apoiando a economia local. A empresa também continua empenhada em operar na Indonésia com mais de 33.500 funcionários que trabalham em 5 fábricas de cigarros kretek enrolados à mão, duas unidades de fabricação feitos à máquina, e 105 escritórios de vendas em toda Indonésia ", concluiu a Sra. Subandhi.

Do site de PHILIP MORRIS INTERNATIONAL
http://www.pmi.com/eng/media_center/press_releases/Pages/pt_hm_sampoerna_tbk.aspx