quinta-feira, setembro 30, 2010

Bruxelas assina acordo com a Imperial Tobacco contra fraude de cigarros

BRUXELAS — A Comissão Europeia anunciou nesta segunda-feira ter assinado um acordo com a fabricante britânica Imperial Tobacco para lutar contra o contrabando e a falsificação de cigarros.

Segundo o acordo, a Imperial Tobacco concederá à Comissão e aos Estados da União Europeia (UE) 300 milhões de dólares durante os próximos 20 anos para a luta contra as fraudes, destacou Bruxelas.

A empresa também vai trocar informações com a UE, além de reforçar os procedimentos de seleção e vigilância dos clientes e os sistemas de localização de produtos.

Em julho a Comissão Europeia anunciou um acordo similar com a número dois do setor, a British American Tobacco (BAT).

Associações querem boicote a festival patrocinado por marca de cigarro

JACARTA — Grupos de rock como The Smashing Pumpkins e Stereophonics foram convidados por associações de combate ao tabaco a boicotar um festival na Indonésia que é patrocinado por uma marca de cigarro.

"Como o evento é financiado por um fabricante de cigarros, todo grupo que participar nele deve saber que contribui para estimular os jovens ao consumo", denunciou Matthew L. Myers, presidente da Campaign for Tobacco-Free Kids, que tem sede nos Estados Unidos.

A Campaign integra uma rede de associações internacionais que pede a 14 grupos estrangeiros, entre eles o MUTEMATH e o Dashboard Confessional, o cancelamento da participação no Java Rockin'Land, programado para outubro em Jacarta, que se apresenta como o maior festival de rock do sudeste da Ásia.

O evento é patrocinado pela Gudang Garam, uma das principais marcas de cigarro da Indonésia.

Mais de 60% dos homens fumam na Indonésia, a quarta maior população do planeta, com 240 milhões de habitantes.

"Quase não há política de controle do tabaco, o que faz com que o país seja um paraíso para os fabricantes de cigarros" denunciaram recentemente Simon Chapman e Becky Freeman, da Faculdade de Saúde Pública de Sydney.

Esta polêmica não é novidade na Indonésia. Durante os últimos dois anos, as cantoras americanas Alicia Keys e Kelly Clarkson se recusaram a cantar em shows patrocinados por marcas de cigarros.

CANADÁ
Governo está colocando vidas em risco, e ignorando seu próprio conselho.

28 de Setembro de 2010.

OTTAWA - Após seis anos de consultas e planejamentos, o governo decidiu ignorar o seu próprio conselho com referência a novas imagens de advertências para os maços de cigarros.

"Os governos provinciais e grupos de saúde do Canadá estão pedindo a renovação das imagens. Por quê? Os atuais rótulos já estão antigos e com uma renovação, poderão se salvar vidas", disse Glenn Thibeault, dos Direitos de Defesa do Consumidor.

Após intensa pressão dos lobbies do tabaco, o governo conservador decidiu que não vai exigir das empresas de tabaco a implantação de nova rotulagem para os maços de cigarros a fim de ajudar a redução do tabagismo.

"A Saúde Canadá (Health Canada) desperdiçou seis anos de planejamentos e estudos. E antes mesmo dessa decisão para a possível nova rotulagem, o governo já havia cancelado sua campanha anti-tabagista, acrescentou Thibeault. Estou sem saber porque esses atrasos ocorreram e a que custo?"

Estudos mostram que após anos de declínio, a taxa de tabagismo estabilizou-se.

"A única ação que estão tomando é a de resolver o problema de contrabando de cigarros, que mostra claramente como este governo está mais preocupado com a linha de fundo das empresas de tabaco do que com a segurança e a saúde dos canadenses", disse Megan Leslie (New Democrat Health Critic). "Os conservadores decidiram colocar os lobistas do tabaco à frente dos interesses da saúde."

Tanto Leslie como Thibeault aplaudem os atuais planos do governo australiano, que pretendem implantar "embalagens simples" (plain-packaging) para os cigarros. Os deputados democratas também estão pedindo à Saúde Canadá para aumentarem as advertências, com novas imagens para as embalagens de cigarros.

http://www.ndp.ca/press/revamp-tobacco-warning-labels-now-ndp

sexta-feira, setembro 24, 2010

Egito declara guerra ao cigarro
24 de setembro de 2010 • 10h43

O Egito, um paraíso para dez milhões de fumantes que consomem mais de 75 bilhões de cigarros por ano, acaba de declarar guerra ao cigarro com uma drástica alta dos impostos e a proibição de se fumar em lugares públicos.

As novas medidas já estavam incluídas em uma lei aprovada pelo Parlamento egípcio em junho de 2007, mas sua aplicação, adiada durante meses, só começou agora com poucas demonstrações de entusiasmo nas ruas.

Indiferentes à alta de 40% no preço do cigarro, dezenas de fumantes rodeiam um pequeno quiosque em um bairro do centro de Cairo, onde Karim Ashraf, um jovem de 23 anos vende cigarros sem parar.

"A única coisa que mudou é que agora os clientes compram mais cigarros a varejo", disse Ashraf à Agência Efe. Ele explicou que o aumento dos preços atingiu todas as marcas, inclusive Cleopatra, a mais barata e popular, que passou de 2,75 para 4,25 libras egípcias.

A batalha do Governo contra o cigarro não tem apenas o objetivo de fazer com que milhares de pessoas deixem de fumar através do aumento dos preços, mas também proibir o fumo em prédios e meios de transportes públicos.

Até a entrada em vigor da nova lei esta semana, 70% dos egípcios foram fumantes passivos durante anos em ambientes fechados e meios de transporte públicos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Acabar com o cigarro em hospitais, ônibus e demais locais é apenas um dos desafios de uma iniciativa que nasceu em 2008 com a inserção da imagem de um homem ligado a aparelhos e a advertência que fumar mata nas embalagens de cigarros.

"Era Hamdy Balala", afirma Ashraf, lembrando que o homem da imagem processou o Ministério da Saúde por manipular uma fotografia que acabou gerando piadas entre os egípcios, pois "Balala está vivo e continua sendo um fumante convicto", conta, entre gargalhadas, o vendedor.

Desde então a campanha antifumo desperta a desconfiança de fumantes como Said Ali, de 67 anos, que deu sua primeira tragada há 50 anos entre amigos de escola e que não acredita em outros dos alertas, de que o cigarro causa impotência.

"Durante este tempo fumei um maço por dia" e nunca tive este tipo de problema, comenta Ali, que toma Viagra para ajudar no desempenho sexual e depois fuma para tirar o gosto do medicamento da boca.

Os motoristas de ônibus públicos também estão preocupados, pois sabem que será difícil controlar os passageiros indisciplinados.

"Quando alguém se negar a apagar o cigarro, pararei o ônibus e pedirei a essa pessoa que desça", diz o motorista Zabet Jamis, que se considera um fumante passivo após anos de convivência com a fumaça de seus passageiros e que espera que a nova lei faça com que muitos fumantes deixem o cigarro.

Se não for por convicção, alguns egípcios terão que se privar do cigarro pelo menos pelo medo das multas, que variam entre 50 e 100 libras egípcias para os fumantes e entre mil e 20 mil libras para os responsáveis pelos lugares onde a lei não for respeitada.

Para garantir o cumprimento da lei, o Governo anunciou que funcionários da unidade antitabaco do Ministério da Saúde percorrerão ônibus e dependências administrativas em busca de infratores.

Saleh, um metalúrgico de 34 anos, não se preocupa com a proibição. "Nunca fumei no ônibus. É prejudicial para mim, mas não quero que também seja para os outros", diz enquanto acende um charuto.

As medidas coercitivas, segundo ele, não estimularão seu desejo de parar de fumar. "A verdadeira motivação eu tenho em casa e é minha filha de três anos, que sempre pega a embalagem de cigarro e joga pela janela", conclui.

http://noticias.terra.com.br/noticias/0,,OI4695855-EI188,00-Egito+declara+guerra+ao+cigarro.html

quarta-feira, setembro 22, 2010

Advertências da Saúde: Para fazer valer

The Phnom Penh Post, Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010 15:01 Por KEELEY SMITH e SEN DAVID

O Ministério da Saúde aumentou os esforços para impor um novo sub-decreto tornando obrigatória a apresentação das escritas de advertências de saúde em todos os maços de cigarros vendidos no reino do Camboja. Cartas foram emitidas a um número não divulgado de empresas que ainda não estavam em conformidade, disse um oficial do ministério.

Khun Sokrin, diretor do Centro Nacional de Promoção da Saúde disse que "a maioria, mas nem todos os fabricantes de tabaco" e os importadores, tinham cumprido os termos do sub-decreto, que entrou em vigor em 20 de julho. O ministro da saúde, Mam Bunheng, disse no final do mês passado que algumas empresas estavam em conformidade.

Na segunda-feira, o ministério enviou duas cartas - uma agradecendo as empresas que estavam usando as advertências, e outra, "exortando" àquelas que perderam o prazo para começar a usá-los, disse Khun Sokrin.

Além disso, disse ele, o ministério exibiu na rede de televisão cambojana no início deste mês , uma declaração exigindo que as empresas que ainda não cumpriram, para que passam a fazê-lo imediatamente. Os funcionários foram entregar a mesma mensagem em programas de rádio ao longo dos últimos 10 dias, disse.

"O prazo já passou", disse Khun Sokrin.

O sub-decreto define três etapas para execução: emissão de cartas de advertência, suspensão temporária dos infratores e, finalmente, encerrar definitivamente as empresas que não cumprirem.

Khun disse ontem que não tinha liberdade para revelar o número ou os nomes das empresas que não estavam usando os avisos.

No entanto, Kun Lim, chefe de assuntos corporativos da British American Tobacco Cambodia, disse nesta semana que pelo menos oito das 14 principais empresas distribuidoras, estavam em desacordo com o sub-decreto.

"A execução é fraca", disse Kun Lim. "Eu tinha acabado de apelar ao Ministério da Saúde para que a lei se intensifique a favor, porque é um logo tempo."

Oficiais disseram no mês passado que as embalagens de cigarros ainda não apresentavam os avisos porque as lojas estavam desovando o material que tinha sido entregue antes do sub-decreto entrar em vigor.

Kun Lim disse à época, que poderia levar três ou quatro meses para que todo o estoque antigo fosse vendido.

Representantes de várias das oito empresas identificadas por Kun Lim, disseram ontem que já tinham cumprido o sub-decreto ou que iriam fazê-lo em breve.

"Agora, a fabricante não colocou os avisos sobre as embalagens, mas ainda estamos planejando", disse Hen Lim, distribuidor no Camboja para Hong Kong International Tobacco (HKIT), que fabrica marcas como Marce, Phnom Meas e Yellow Elephant.

Hen Lim disse que "HKIT 'apóia' a nova lei, porque é um direito dos residentes de conhecer os riscos".

Falando sob condição de anonimato, um funcionário da Go Well Tobacco International Pte Ltd - distribuidora das marcas GD, Panda e Era branco e azul - disse que a companhia já tinha colocado avisos nos seus estoques.

Os avisos são um componente da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, da Organização Mundial da Saúde, no qual o Camboja ratificou em 2005.

No mês passado, o Ministério da Saúde anunciou uma proibição abrangente sobre todas as formas de publicidade e promoção do tabaco, que também faz parte do esforço para entrar em conformidade com a Convenção.

http://www.phnompenhpost.com

sexta-feira, setembro 17, 2010

Pode viciar, mas não dá câncer

A discussão sobre o cigarro eletrônico: é droga sintética ou a solução para quem não consegue largar o fumo.

Muitos fumantes nos Estados Unidos substituíram o tabaco por uma novidade inventada há cinco anos na China - o cigarro eletrônico. Ao contrário do cigarro convencional, ele não é feito de tabaco. Embora contenha nicotina, que, segundo os médicos, pode causar dependência tão forte quanto a cocaína, não tem as substâncias cancerígenas do cigarro comum, como o alcatrão e os derivados do benzeno. Com essas características, para muita gente que não consegue largar o hábito das tragadas diárias, o cigarro eletrônico representa a possibilidade de, pelo menos, fumar sem se contaminar com substâncias altamente tóxicas. Há também quem veja no substituto do cigarro comum um instrumento para abandonar aos poucos o hábito de fumar. Ocorre que o FDA, o órgão do governo americano encarregado de controlar os medicamentos, proíbe a produção e a venda do cigarro eletrônico por classificá-lo na categoria das drogas químicas, da mesma forma que os chicletes e os adesivos de nicotina. Para considerar a liberação, o órgão exige que o produto se submeta aos mesmos procedimentos por que passa qualquer novo remédio - uma série exaustiva de testes de laboratório para determinar de forma precisa seus efeitos no organismo humano. A mesma posição tem a Anvisa, que há um ano proibiu a venda de cigarros eletrônicos no país.
Nos Estados Unidos, criou-se, dessa forma, um impasse. As cerca de 300 companhias americanas que importam os cigarros eletrônicos da China são pequenas. Elas alegam não possuir capital suficiente para bancar os caríssimos testes de laboratório exigidos pelo FDA. O órgão parece ser uma voz solitária. Diversas associações médicas dos Estados Unidos, como a Associação Americana de Médicos da Saúde Pública, avaliam o cigarro eletrônico como um dos produtos mais eficazes criados até hoje para combater o tabagismo. Eles baseiam sua opinião numa infinidade de depoimentos de ex-fumantes que relataram só ter conseguido largar o vício após um tempo usando os cigarros eletrônicos. O National Vapers Club, grupo de Nova York que defende sua liberação, calcula que haja hoje nos Estados Unidos 1 milhão de fumantes de cigarros eletrônicos. Para o FDA, o produtos não induz a largar o vício do cigarro - ao contrário, estimula mais pessoas a fumar.
O cigarro eletrônico é um cilindro de metal que abriga uma pequena bateria e um reservatório. Para fumar, enche-se o reservatório com uma mistura de água, nicotina, aromatizantes e propilenoglicol, substância química usada em alimentos que é o segredo dos coquetéis moderninhos que soltam fumaça. Quando se suga a ponta do cilindro, o líquido se transforma em vapor pela ação de um vaporizador movido pela bateria. O vapor, então, é inalado. Para usar novamente o cigarro, é preciso reabastecer o reservatório com um refil, vendido separadamente.

Carolina Melo
Revista Veja, 1 de Setembro de 2010.



Nicotina, sim; alcatrão, não.
O cigarro eletrônico é um cilindro de metal que abriga uma pequena bateria e um reservatório.

A fumaça inalada é basicamente vapor formado pela água colocada no reservatório.

À água se mistura nicotina, a substância do cigarro convencional que vicia, mas não é cancerígena como o alcatrão e outros ingredientes do tabaco.

terça-feira, setembro 07, 2010

General Tobacco cessa operações.

3 de Setembro de 2010 - General Tobacco, a sexta maior companhia de tabaco dos Estados Unidos, planeja encerrar as operações depois de não conseguir efetuar os pagamentos devidos à título do Master Settlement Agreement, relata o The Wall Street Journal.

Situada em Mayodan, Carolina do Norte, a empresa parou de fabricar cigarros e outros produtos de tabaco há alguns meses e é cogitado o encerramento das operações.

Fabricante de marcas como Bronco, Silver e GT, General Tobacco entrou no mercado em 2000 e rapidamente arrancou quotas de mercado dos concorrentes de maior dimensão. Em 2004, a empresa registrou vendas anuais de US$ 335 milhões e conquistou 2% de participação de mercado.

A empresa se juntou ao MSA em 2004 e concordou em fazer os pagamentos para as vendas em curso e os registrados antes da união.

No entanto, a combinação de forte concorrência e das obrigações da MSA foi forte demais para General Tobacco.

Em 2008, General Tobacco demandou muitos advogados e companhias de tabaco, alegando que MSA dava uma vantagem injusta aos concorrentes. Um juiz de Kentucky julgou o caso. General Tobacco interpôs recurso para este ano, que continua a perseguir.

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quinta-feira, agosto 26, 2010

Cuba retira subsídio de cigarros

Governo diz que produto 'não pode ser considerado um gênero de primeira necessidade'

26 de agosto de 2010 | 11h 15

O Estado de S. Paulo

HAVANA - Autoridades cubanas anunciaram na quarta-feira, 25, que a venda de cigarro não será mais subsidiada, uma vez que o produto "não pode ser considerado um gênero de primeira necessidade".

A medida foi interpretada como mais uma tentativa do líder cubano Raúl Castro de manter as contas da economia socialista sob controle. Até ontem, os cubanos com mais de 54 anos recebiam quatro maços de cigarros pelo equivalente a US$ 0,38. Muitos idosos trocavam os cigarros por dinheiro no mercado paralelo, já que o produto vale US$ 0,90 fora do "livreto de racionamento".

A medida afeta até não fumantes, que compravam os cigarros a baixo custo e os revendiam para aumentar a receita. "Me sinto insultado, é mais uma coisa que estão tirando de nós", disse Angela Jimenez, que recebe uma pensão mensal equivalente a US$ 10.

Com informações das agências Reuters e BBC


segunda-feira, agosto 23, 2010

Maços de cigarros alternativos chegam às prateleiras na Turquia.

22 de Agosto de 2010
Ankara-Anatolia News Agency

Viciados em nicotina, intimidados pelas imagens de advertência nos maços de cigarros, agora têm novas opções disponíveis na Turquia.

As embalagens com advertências, produzidas devido às regras e regulamentos do governo, são destinadas a dissuadir os consumidores de tabaco, no entanto, os avisos visuais têm causado problemas para os fumantes.

Em resposta às imagens desagradáveis, algumas pessoas estão re-embalando seus maços de cigarros em embalagens nostálgicas. Outros preferem comprar embalagens produzidas por um empresário inteligente que mostra fotos de flores ou cenas bonitas. Estas embalagens "coloridas" podem ser encontradas em uma variedade de supermercados e lojas fixas. Custam a partir de 1 Lira Turca.

Associações que são contra o fumo já estariam se opondo às embalagens alternativas, que mostram as estatísticas de queda no número de fumantes dependentes, após a introdução de imagens de advertência nas embalagens.

http://www.hurriyetdailynews.com/n.php?n=alternative-cigarette-packages-hit-shelves-2010-08-22

domingo, agosto 22, 2010

Índia: ITC em conversações para comprar divisão de cigarros da RDB.

ITC Limited está em conversações com RDB Industries Limited, para comprar a divisão de cigarros por cerca de Rs300-350 Cr.

Em 2006 ITC ofereceu a compra por Rs250 cr, que foi rejeitada pela direção da RDB.

RDB Industries Limited é uma empresa situada em Kolkata, envolvida em negócios imobiliários e de fabricação de cigarros.

A empresa havia adquirido a National Tobacco Company em 1992, que ainda não é uma unidade rentável. Possui uma capacidade de produção de mais de 20 bilhões de cigarros por ano e detém marcas como Regent, Hero e No.10, populares no leste da Índia.

Recentemente, RDB manteve conversações com Japan Tobacco Inc., para vender a divisão de cigarros.

Em 2007, ITC adquiriu participação de 100% em King Maker Marketing Inc., que é engajada na distribuição de produtos de tabaco e todas suas marcas são feitas exclusivamente pela ITC, na sua fábrica de cigarros localizada em Bangalore.

O que torna o negócio atrativo é que há apenas seis nomes licenciados na fabricação de cigarros na Índia. Este negócio da ITC (que já detém 70% do mercado indiano) poderá garantir sua supremacia completa, mesmo que mais investimentos diretos do estrangeiro sejam permitidos dentro do setor, acrescentou a fonte.

http://economictimes.indiatimes.com
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O monopólio do tabaco viola a lei

20 de Agosto de 2010. - Companhias do tabaco chinesas estão focando seus alvos nas mulheres e crianças como fumantes em potencial, pois o tabagismo entre os homens, atingiu o pico, informa reportagem de Tan Ee Lyn para a Reuters, citando especialistas em saúde durante o Congresso Mundial do Câncer em Shenzhen.

As empresas de tabaco na China estão se tornando mais sofisticadas em sua segmentação de mercado, ao mesmo tempo em que garotas chinesas possuem mais dinheiro para gastar e se tornam independentes. As empresas infligiram a lei através da impressão das advertências de saúde em inglês, ao invés do chinês, e com impressão muito boa, alertaram os especialistas.

"A lei exige que o aviso de saúde deva cobrir 30% da face da embalagem, na frente e nas costas", disse o professor Gonghuan Yang, diretor-geral adjunto do Centro Chinês para o Controle e Prevenção de Doenças. "Na verdade, as palavras são muito pequenas. É apenas uma linha fina."

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quinta-feira, agosto 19, 2010

Guernsey

Cigarros vendidos em Guernsey em breve deverão mostrar fotos de advertências.

14 de agosto de 2010.

Os estados de Guernsey assinaram regulamento exigindo que todos os produtos de tabaco, devam mostrar as advertências a partir de agosto do próximo ano.

Embalagens de cigarros vendidas no Reino Unido já mostram imagens gráficas, tais como dentes podres e pulmões doentes.

A regra se aplicará a partir do próximo ano, para permitir que estabelecimentos comerciais liquidem o restante de seus estoques.

Outros produtos, como tabaco para cachimbo, estarão sujeitos às mesmas regras a partir de 2012.

http://www.bbc.co.uk/news/world-europe-guernsey-10974847

terça-feira, agosto 17, 2010

KT & G lança novo cigarro Raison

16 de Agosto de 2010


KT & G, a maior fabricante de cigarros da Coréia do Sul, lançou Raison Pop 17 +3, um novo produto que contém dois tipos diferentes de cigarros na mesma embalagem, informou a companhia em um comunicado nesta segunda-feira.

Das 20 unidades na embalagem, 17 são regulares e as outras três podem ser fumadas com ou sem a adição de mentol, a partir da ativação do sistema de mentol no interior do filtro.

O produto contém 6mg e está sendo lançado como parte da marca Raison sob o nome Pop 17 +3. Raison foi lançado em 2002 e é uma das marcas mais populares da Coréia do Sul.


http://www.koreaherald.com
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sexta-feira, agosto 13, 2010











URUGUAI RECEBE SOLIDARIEDADE EM MEIO A AMEAÇAS E EXIGÊNCIAS DA PHILIP MORRIS INTERNATIONAL.
05 de Agosto de 2010

Os grupos internacionais de saúde emitiram comunicados que apoiam intensamente a decisão do governo do Uruguai de não ceder ante a pressão que exerce Philip Morris International (PMI) ao mover uma ação judicial contra o governo, buscando debilitar as fortes e eficazes leis para o controle do tabaco no país.

Os grupos, incluindo a American Cancer Society, a Aliança da Convenção Quadro, a Campanha para as Crianças Livres do Tabaco, Corporate Accountability International, InterAmerican Heart Foundation e a União Internacional Contra a Tuberculose e Doenças Pulmonares, reiteraram o seu forte apoio à posição do governo contra o processo movido por PMI, enfatizando a importância que as leis de controle do tabaco exercem para a saúde e bem-estar dos cidadãos uruguaios. Os grupos também ofereceram assistência técnica e jurídica para o governo.

As leis de controle do tabaco no Uruguai estão entre as mais fortes do mundo, já que requerem advertências sanitárias gráficas em 80% das embalagens e, estabelece uma política de uma apresentação da marca por embalagem, para evitar o uso de cores e outros símbolos por parte da indústria.

Em 27 de fevereiro de 2010, PMI requisitou um pedido ao Centro Internacional para Arbitragens de Disputas sobre Investimentos do Banco Mundial. PMI argumenta que o uso de uma única apresentação de uma marca, bem como a utilização de advertências gráficas de saúde ocupando 80% das embalagens de cigarros, implicam em riscos para seus investimentos. Este julgamento é uma manobra jurídica destinada a forçar o governo do Uruguai a enfraquecer as leis de controle do tabaco e, portanto, não proteger eficazmente seus cidadãos contra as consequências fatais decorrentes do uso do tabaco.

Em outra carta de apoio enviada no início deste mês, os grupos internacionais argumentaram que o julgamento de Philip Morris é falso e sem fundamento e, que o Uruguai tem um forte apelo perante qualquer tribunal internacional com base no fato de que "todas as medidas para controle do tabaco que o Uruguai implementou, são baseadas em evidências científicas e apoiadas pelo Tratado Internacional de Saúde Pública, a Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco da Organização Mundial da Saúde."

Se PMI, através de sua pressão sobre o Uruguai, um país reconhecido como líder mundial no controle do tabaco, triunfar em sua tentativa de enfraquecer as leis de saúde pública para o controle do tabaco, haverá uma repercussão em todo o mundo e dará uma indicação de que esses países podem ser intimidados por ameaças de processos de empresas multinacionais como Philip Morris International. Também minará o impacto da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, da OMS. Esta, exige que os países que assinaram a ratificação, implementem medidas com bases científicas para redução do consumo de tabaco. Os governos mundiais não devem se sentir vítimas de ameaças legais de PMI para aplicação de medidas que permitam reduzir os efeitos devastadores do tabaco na saúde, na vida e na economia de um país.

O Uruguai é um dos 22 países que aprovaram e implementaram advertências sanitárias gráficas para 50% ou mais das embalagens de cigarros e um dos únicos 10 países que possuem advertências maiores que 50%. O governo da Austrália aprovou recentemente a aplicação de embalagens genéricas simples ou padrão (plain packaging), que não permitem a presença de cores ou marcas de identificação, tais como imagens ou logotipos. Além disso, o parlamento de Honduras seguiu recentemente o exemplo do Uruguai e implementou advertências gráficas para 80% dos maços de cigarros.

As advertências sanitárias maiores e ilustrativas nas embalagens, são um componente essencial de uma estratégia nacional para redução do consumo do tabaco. Pesquisas indicam que os rótulos de advertências geram consciência sobre os riscos associados ao consumo do tabaco e podem influenciar em decisões futuras com relação ao seu consumo. Podem motivar fumantes a cortar o hábito, impedir não-fumantes a iniciar o consumo e também impedir que ex-fumantes voltem a fumar. Por exemplo, os avisos gráficos brasileiros, bem como outras medidas de controle do tabaco, reduziram a prevalência do consumo nacional de 34 para 17%.

Está claro que Philip Morris International optou deliberadamente por iniciar uma ação judicial contra o Uruguai para enviar uma mensagem a outros países que procuram proteger seus cidadãos contra os efeitos nocivos do tabaco. Em novembro de 2010, o Uruguai realizará a Quarta Conferência das Partes (COP) em que se reunirão as nações que ratificaram a Convenção-Quadro para chegarem num consenso sobre as diretrizes do tratado. Em uma carta enviada ao presidente Mujica, grupos internacionais também argumentaram que a COP constitui uma oportunidade para o governo do Uruguai fazer uma solicitação formal às 169 partes, para criarem um mecanismo e desenvolver uma estratégia que não só proteja o Uruguai, mas também a outros países, contra manobras semelhantes." Eles ofereceram seu apoio ao governo uruguaio para realizar este fim e buscar apoio de outros países que são partes da Convenção-Quadro para esta iniciativa.

É preciso tomar medidas imediatas para impedir que a indústria do tabaco através destas tentativas, tentem minar as fortes leis e políticas de controle do tabaco. A OMS afirma que o consumo de tabaco mata 5,4 milhões de pessoas todos os anos e que a epidemia está piorando, especialmente em países em desenvolvimento, onde mais de 80% das mortes causadas pelo tabaco ocorrerão nas próximas décadas. A menos que sejam tomadas medidas urgentes, neste século morrerá 1 bilhão de pessoas em todo o mundo como consequência de seu uso.

Sediada em Washington, DC, a Campanha para Crianças Livres do Tabaco, é líder na luta para reduzir o consumo e suas consequências devastadoras nos Estados Unidos e ao redor do mundo. Como parte da iniciativa Bloomberg para redução do consumo do tabaco, a campanha trabalha com governos e ONGs na promoção e implementação de políticas públicas para sua redução. Visite www.tobaccofreecenter.org

http://www.larepublica.com.uy/comunidad/419293-uruguay-recibe-solidaridad-en-medio-de-amenazas-y-demandas-de-philip-morris-international

quinta-feira, agosto 05, 2010

EUA: Newport sem mentol para Novembro

05 de Agosto de 2010 - Lorillard estará lançando em novembro uma versão não-mentol para Newport, a marca carro-chefe da empresa.

Ao anunciar os planos para o novo produto, Lorillard informou que Newport Non-Menthol será um "produto de luxo com apelo competitivo ao consumidor, oferecendo o sabor do tabaco de alta qualidade que fumantes adultos esperam da marca Newport".

"Estamos muito animados em alavancar Newport, um dos nomes mais reconhecidos na indústria do cigarro", disse Martin Orlowsky, presidente e CEO.

"Com a introdução de Newport Non-Menthol, Lorillard terá mais oportunidades para competir no maior segmento de cigarros dos EUA, pois a categoria não-mentol representa cerca de 70% do volume total da indústria."

O cigarro Newport mentolado é a segunda maior marca nos EUA e top de vendas.
Durante os seis meses deste ano, foram comercializados pela Lorillard, 18,30 milhões de cigarros, incluindo 15,70 milhões de Newports.

Mas o mentol está sob o microscópio nos EUA. Desde setembro do ano passado está havendo um cerco contra o mentol e cigarros aromatizados, capitaneados pela Smoking Prevention and Tobacco Control e pela Food and Drug Administration (FDA).

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segunda-feira, agosto 02, 2010

Em visita a Hong Kong: somente com 19 cigarros.

2010/08/02 08:13:38 GMT2010/08/02 16:13:38 (horário de Pequim) China Daily


Novo regulamento para o tabaco entrou em vigor em 01 de Agosto, restringindo em 19 o número de cigarros que passageiros podem trazer consigo.

O novo regulamento emitido pela autoridade legislativa de Hong Kong, visa restringir o fumo, no entanto, no primeiro dia das novas regras, já trouxe problemas para os viajantes.

Passageiros que compraram um maço inteiro de cigarros, normalmente com 20 unidades, tinham que dispensar uma unidade antes de declarar na alfândega ou, pagar a tarifa de 3,2 Yuan, que leva em torno de 30 minutos de espera por pessoa.

No passado, os viajantes que entravam em Hong Kong podiam trazer até 60 cigarros duty-free, ou seja, 3 maços.

A opinião pública sobre este novo regulamento está dividida.

"É compreensível restringir a compra de cigarros nos duty-free para diminuir o uso do tabaco, entretanto, o número 19 realmente traz muita dificuldade, e é demasiado moroso. Por que não pode ser 20?", reclamou um entrevistado.

http://english.sina.com/china/2010/0802/331841.html

terça-feira, julho 27, 2010

Imagens de Advertência para Bangladesh.

Dhaka, Sexta-feira, 23 de julho de 2010

A Associação dos Consumidores de Bangladesh (CAB) está exigindo a inclusão de imagens nas mensagens de advertências dos maços de cigarros, para desestimular o consumo, disse em comunicado de imprensa.

Também estão solicitando ao Ministério da Educação para incluir um selo intitulado "Fumar é mal para a saúde", nos manuais escolares.

As exigências surgiram após uma reunião de troca de visitas dos líderes do CAB com jornalistas em um hotel da cidade.

Intervenientes na reunião disseram que a maioria dos consumidores de tabaco no país são analfabetos e, tais mensagens de advertências acrescidas de fotos, devem ser incluídas nos maços.

http://www.thedailystar.net/newDesign/news-details.php?nid=147912

segunda-feira, julho 19, 2010

A capital do estoura-peito

Brasília vira ponto de distribuição para a máfia de cigarros falsificados e contrabandeados. Mais de 40% dos produtos são ilegais


Victor Martins
Publicação: 18/07/2010 09:34

A máfia do cigarro tem dominado o comércio no Brasil. Com tentáculos no Judiciário, na polícia e em outras esferas do poder público, atua quase impunemente e faz a Receita Federal amargar prejuízos gigantescos. Apenas em 2009, dilacerou os cofres públicos em R$ 2 bilhões — montante de impostos suficiente para erguer 28 hospitais de médio porte ou 40 mil casas populares. A capital do país, planejada para levar o desenvolvimento ao interior do Brasil, tornou-se estratégica para o crime organizado. Como um câncer, a chaga parte do coração para o restante do país. Brasília é o principal ponto de distribuição do tabaco ilegal e, por consequência, o mercado com maior consumo de cigarros piratas. Cerca de 43% do que é vendido no Distrito Federal está irregular.

De acordo com autoridades, a grande dificuldade para o consumidor é diferenciar o produto pirata do original. Muitas vezes, quando se trata de plágio, a aparência é praticamente a mesma. As fraudes são consideradas perfeitas. Em alguns casos, os falsários copiam sistemas de segurança criados pelas companhias regulares. Mas há também o estoura-peito, nome popular do cigarro paraguaio que entra no Brasil sem pagar impostos, como as marcas US, Bollywood, Tigre e Calvert, as mais famosas.

Segundo levantamento feito pela consultoria Nielsen e obtido com exclusividade pelo Correio, grande parte desses produtos clandestinos vem do Paraguai. A principal porta de entrada é o Mato Grosso do Sul. De lá, uma quantidade expressiva chega a Brasília, onde já se criou uma imensa clientela. Quando não recebe produto do contrabando ou da falsificação, aceita também o tabaco roubado. “Não tem crime suficiente para a quantidade de gente que quer esses produtos”, alerta Érito Pereira da Cunha, chefe da Delegacia de Repressão a Roubos (DRR) de Brasília.


Sem hora

O descarregamento ocorre rapidamente. O comum é haver um acordo entre o dono de estabelecimentos e os criminosos. A carga chega sem hora marcada e por menos da metade do preço. Em São Sebastião, região administrativa de Brasília, Wesley Nogueira, dono do supermercado Mega Box, foi preso por receptação do produto roubado. Em 7 de julho, Jader Luciano Santos, proprietário do Supermercado Itatiaia, em Samambaia, teve o mesmo destino de Nogueira: a carceragem da Delegacia de Polícia Especializada (DPE). Ambos revendiam produtos distribuídos pelo crime organizado.

O consumo do cigarro pirata é tão intenso no DF que a Souza Cruz, empresa que mais vende tabaco na capital, está prestes a ser ultrapassada pelo concorrente. Entre 2008 e 2009, a companhia, que detinha 58,7% do mercado candango, perdeu fôlego em meio às baforadas clandestinas e encolheu sua participação para 50,3%. Enquanto isso, no mesmo intervalo de tempo, os ilegais avançaram de 35,2% para 43,6%. “Fica muito difícil competir. Esses cigarros não pagam imposto e são feitos com qualquer tipo de produto”, afirma Paulo Ayres, diretor de Planejamento Estratégico da Souza Cruz.


Concurso

O cigarro pirata no Brasil viciou principalmente o poder público. Segundo o procurador Guilherme Schelb, do Ministério Público Federal em Brasília, a máfia já arrebanhou juízes, integrantes do Ministério Público, policiais e representantes dos poderes Executivo e Legislativo. O crime organizado chega a financiar os estudos de concurseiros para se infiltrar no funcionalismo e representar os interesses ilegais. Os alvos principais são a Receita Federal e as polícias. “Essas organizações são muito voláteis e se auxiliam. Em vários momentos, elas se ajudam porque o crime não é monopólio de ninguém”, afirma Schelb. De acordo com as investigações, o dinheiro da máfia do cigarro também financia armas e até o seu aluguel para assaltos a bancos. Dá ainda suporte a traficantes de drogas e de seres humanos e ao jogo do bicho.

“No DF, a quantidade desses cigarros é grande, porque é rota para outros estados e tornou-se ponto de distribuição”, avalia Ayres. O procurador Schelb concorda e acrescenta São Paulo como outro importante ponto distribuidor. Segundo ele, não existe um único culpado nesse ramo de crime. O cidadão que compra o produto é o maior financiador da máfia e da violência que está atrelada a ela. O poder público também tem sua parcela de débito: quando a burocracia não atrapalha, a omissão e a propina facilitam a impunidade. “Em uma das nossas investigações, descobrimos que uma delegacia inteira em São Paulo trabalhava para o crime organizado”, relata.


Dinheiro

O poder econômico da máfia do cigarro é tão forte que nem mesmo a cadeia é suficiente para impedir que grandes chefões do crime continuem a dar as cartas. O maior nome do ramo é Roberto Eleutério da Silva, o Lobão, considerado o maior contrabandista de cigarros do Brasil. Uma fonte graduada do governo garante que mesmo depois de ter sido apanhado pela Operação Anaconda, em 2003, Lobão continua a dominar o mercado clandestino de cigarros.

Outro grande problema está nas empresas que funcionam por ordem judicial. Sem autorização para aruar devido a dívidas gigantescas com a Receita Federal, essas organizações recorrem a liminares. A maioria delas tem controladores off-shores empresas sediadas em paraísos fiscais. “Eles conseguem operar por ordem judicial, não pagam imposto e a Receita atua tentando derrubar essas liminares”, conta uma fonte graduada do governo. “Eles ganham a curto prazo, sonegando imposto. Protelam os débitos, entrando com recursos em várias esferas do poder público. Lá na frente, a empresa some e não se consegue cobrar, porque os donos estão em paraísos fiscais”, descreve. “Nesse mercado, só tem bandido”, reforça o especialista ouvido pelo Correio.


Paraíso fiscal

A Indústria e Comércio Rei é uma das empresas que funciona com ordem judicial. Apenas 2% do controle são de brasileiros. Uma off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, a Haulover, detém 49% da organização. Outros 49% são da Richley International, com sede no Uruguai. A dificuldade em encontrar os donos recai no fato de não existir um registro nos países de origem. O proprietário geralmente é aquele que detém o documento de titularidade na mão, em algum paraíso fiscal.

O procurador Schelb explica que a máfia do cigarro tem outras características. Uma delas é produzir marcas falsificadas(1) no Brasil e comercializar os produtos como se fossem paraguaios. Outras organizações produzem para exportação e recebem isenções tributárias para isso. “O problema é que esse cigarro fica no Brasil. Eles tentam ludibriar o fisco com essa manobra”, explica o procurador.

No Brasil, a máfia atua em conjunto com escritórios de advocacia que trabalham para blindar as operações criminosas. Entrincheirados do outro lado, a Receita Federal e o Ministério Público combatem os falsificadores e contrabandistas fechando empresas clandestinas e monitorando fortemente as que usam liminares como escudo.


Contaminação

A máfia do cigarro tem contaminado fortemente o varejo formal. Até o último trimestre de 2009, o volume de tabaco ilegal passou a ser vendido em 47% do comércio. No primeiro trimestre do ano passado, essa porcentagem estava em 40%. Entidades de defesa do consumidor recomendam aos fumantes não adquirirem cigarros em camelôs e de ambulantes. A dica é suspeitar sempre de marcas desconhecidas e de preços baixos demais.

Filipinas: Tribunal pede a interrupção de advertências gráficas nos maços de cigarros.

abs cbnNews.com
Publicado em 07/07/2010

MANILA, Filipinas - A campanha anti-tabagista do Departamento de Sáude filipino tomou um grande golpe da líder fabricante de cigarros, Fortune Tobacco, que obteve um alívio temporário para a implementação de imagens gráficas nos maços de cigarros.

Fortune Tobacco e toda a indústria do tabaco local, acabaram por triunfar na sua contenda com relação às exigências dos avisos gráficos liderados por advogados do Departamento de Saúde.

A decisão, emitida em 1 de Julho passado, foi criticada por grupos anti-tabagistas.

O Departamento de Saúde está proibido de exigir que as empresas de tabaco imprimam em suas embalagens de cigarros, fotos mostrando doenças adquiridas pelo tabagismo e outros riscos à saúde. Mas a decisão deverá ser contestada, disse o consultor jurídico Jose Antonio Blanco.

Anteriormente, as companhias de tabaco no país já vinham produzindo maços de cigarros com as advertências gráficas, mas para exportação, disse o subsecretário de Saúde, Alexander Padilla.

http://www.abs-cbnnews.com

sexta-feira, julho 16, 2010

BAT Korea lança produto 2 em 1.

13 de Julho de 2010.

Conversível não é palavra especificamente usada pela indústria automotiva. A ideia é também aplicável à atividade do tabaco.

British American Tobacco Korea está lançando Kent Convertibles, uma marca que oferece duas sensações diferentes ao se fumar um único cigarro, informa o jornal Korea Times.

Kent Convertibles compreende duas partes, filtro de carvão e celulose, com uma cápsula com líquido. Quando o fumante clica no filtro para liberar o sabor da cápsula enquanto fuma, pode-se então desfrutar de um segundo sabor.

BAT Korea rotula a tecnologia como a de maior inovação no setor do tabaco desde a criação do filtro. O cigarro tem 6mg de teor de alcatrão e custa KRW 2,500 (2,08 dólares) a embalagem.

"A tecnologia de transmissão de sabor de Kent Convertibles permite que os fumantes interajam com seus cigarros para escolher quando se quer experimentar uma nova sensação de fumo," disse o diretor executivo de marketing da BAT Korea, Guy Meldrum.

http://www.koreatimes.co.kr